26 de outubro de 2008

Fobias e outras coisas

Vertigem

CAUSAS:

O corpo detecta a postura e controla o equilíbrio através de órgãos do equilíbrio localizados no ouvido interno. Esses órgãos possuem conexões nervosas com áreas específicas do cérebro. A vertigem pode ser causada por distúrbios do ouvido, dos nervos que conectam o ouvido ao cérebro ou do próprio cérebro. A vertigem pode estar relacionada a problemas visuais ou a alterações súbitas da pressão arterial. Muitas condições podem afetar o ouvido interno e causar vertigem.

Essas condições incluem infecções bacterianas ou virais, tumores, pressão anormal, inflamação de nervos ou substâncias tóxicas. A causa mais comum de vertigem é a doença do movimento, que pode ocorrer em qualquer indivíduo cujo ouvido interno é sensível a determinados movimentos, como o balanço (oscilação) ou as freadas e arrancadas abruptas. Esses indivíduos podem sentir-se particularmente tontos durante viagens de carro ou de barco. A doença de Meniere produz crises episódicas e abruptas de vertigem, juntamente com zumbidos nos ouvidos e surdez progressiva.

A duração dos episódios varia de alguns minutos até algumas horas e, freqüentemente, eles são acompanhados por náusea e vômito intensos. A sua causa é desconhecida. As infecções virais que afetam o ouvido interno (labirintite) podem causar uma vertigem que normalmente manifesta-se subitamente e piora ao longo de algumas horas. Após alguns dias, a condição desaparece sem tratamento. O ouvido interno comunica-se com o cérebro através de nervos. Uma área situada na porção posterior do cérebro controla o equilíbrio. Quando a circulação sangüínea dessa área do cérebro é comprometida (distúrbio denominado insuficiência vertebrobasilar), o indivíduo pode apresentar vários sintomas neurológicos, inclusive a vertigem.

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Acrofobia

A acrofobia é o medo irracional de lugares altos. Pessoas que sofrem de acrofobia podem se habituar com determinados lugares altos em particular, isto é, perder o medo desses lugares, mas a sensação de medo voltará quando o indivíduo for a algum outro lugar alto. Uma quantidade surpreendente de alpinistas têm acessos intermitentes de acrofobia.

A acrofobia pode ser perigosa, pois indivíduos que sofrem dela podem ter um ataque de pânico ao encontrarem-se em um lugar alto e não vislumbrarem uma forma de sair dele. Alguns indivíduos sentem uma urgência em sair de lugares altos, embora não de forma suicida.

Curiosamente, não existe uma correlação entre a acrofobia e a aerofobia (medo de voar). A diferença parece ser que, enquanto se está voando, não há conexão visual entre a aeronave e o solo logo abaixo; há pilotos que sofrem de acrofobia e conseguem exercer sua profissão normalmente, embora haja relatos do medo que emerge subitamente se uma conexão com o solo é feita, por exemplo voar próximo a edifícios altos ou falésias.

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Claustrophobia


Claustrophobia, (from Greek κλειστο, closed) is the fear of enclosed spaces. It is typically classified as an anxiety disorder and often results in panic attack. One study indicates that anywhere from 2-5% of the general world population is affected by severe claustrophobia, but only a small percentage of these people receive some kind of treatment for the disorder.



Basic Symptoms of Claustrophobia

Claustrophobia is typically thought to have two key symptoms: fear of restriction and fear of suffocation. A typical claustrophobic will fear restriction in at least one, if not several, of the following areas: small rooms, locked rooms, tunnels, cellars, elevators, subway trains, and crowded areas. Additionally, the fear of restriction can cause some claustrophobics to fear trivial matters such as sitting in a barber’s chair or waiting in line at a grocery store simply out of a fear of confinement to a single space. However, claustrophobics are not necessarily afraid of these areas themselves, but, rather, they fear what could happen to them should they become confined to said area. Often, when confined to an area, claustrophobics begin to fear suffocation, believing that there may be a lack of air in the area to which they are confined. Any combination of the above symptoms can lead to severe panic attacks. However, most claustrophobics do everything in their power to avoid these situations.


in wikipédia


2 comentários:

Music Food and Love disse...

Eu sou um bocado claustrofóbica tento sempre evitar certas situações. Mas tem vindo a melhorar com a idade, antes era pior. É sinal de juízo, eheheheh.

Terpsichore lusitana combatente disse...

Eu sou um bocado acrofóbica - e adoro andar de avião.

Ou melhor, adorava, quando eles não iam alto de mais. Já que a altura demasiada me danifica e provoca umas dores terríveis nos ouvidos.

Não sou fanaticamente "acrofóbica", mas o suficiente para estar fora de questão atravessar a ponte 25 de Abril a guiar, sozinha. Creio que acompanhada já o fiz, embora com custo.
A questão não será assim tão irracional como isso... talvez alguma lembrança de um passado distante...

Não me admira que os alpinistas tenham isso. O que sinto é como que um forte sentimento do espaço, pelo que a minha atenção se divide em todas essas direcções... a atenção para o sítio onde estou torna-se mínima, e faz-me incapaz de ter a certeza de que vou conseguir manter-me ali onde estou...:)

Com tudo isto, uma coisa que por de certo gostaria de ter feito seria ter tirado o brevet, e pilotar um avião.
Maravilhoso.

O medo é justamente por saber que me faltam as asas. Lol.

Um beijinho com ternura.

Tua mana,

Terpsi

PS - Música linda como sempre!