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22 de setembro de 2007
Momento Musical III
António Valente (1530-1585): Gallarda Napolitana
Compositor italiano. Fue un destacado organista en Nápoles, escribió música instrumental y vocal polifónica.
Con el fin de la dinastía de los Habsburgo y el ascenso de los Borbones al Trono de España, cambiaron los gustos musicales. La Escuela Italiana influenció profundamente en las Cortes Ibéricas y de Ultramar.
Manuel de Oms y Santa Pau, Marqués de Castell dos Ruis, XXI Virrey del Perú, vino a Lima en el año de 1708. Lo acompañó en su séquito el músico italiano Roque Cerrutti, quien llegó a ser Maestro de Capilla de la Catedral de Lima y Director de las veladas profanas, que se instrumentaron en el Palacio Virreinal.
Queda la historia de la fugaz Academia palatina donde el Virrey tañía la guitarra y los poetas declamaban sus cantos. Durante su corto gobierno se extendió el baile de la contradanza, que en los ámbitos populares tomó caracteres propios.
Las obras de los músicos de la Corte de Madrid, Doménico Scarlatti, el Padre Antonio Soler y Luigi Boccherini, se escucharon en el Perú; entre ellas, Sonatas de los dos primeros y la zarzuela "La Clementina" del tercero.
Más información:
http://www.javierechecopar.com
9 de junho de 2007
Arte
Trata-se a Arte nas Faculdades, nas Academias, nos saraus; visitam-se museus, organizam-se leilões; os que podem ostentam Arte; os que não podem, desejam-na; tiram-se cursos para percebê-la, paga-se a quem a ensine; um país que detenha grandes obras de Arte é um país maior, e o país menor diz que elas passaram por ele.
De tanto falar de Arte, não esquecemos aquilo que ela realmente é? Deixo-vos com Wagner. Ele explica..

"... uma profundidade cujo fundo os olhos humanos nunca conseguirão abarcar e que por isso mesmo surge ao coração como coisa insondável, que o espanta e o enche do pressentimento do infinito. É a profundidade e infinitude da própria natureza ... do próprio coração humano."
(imagem da net)
De tanto falar de Arte, não esquecemos aquilo que ela realmente é? Deixo-vos com Wagner. Ele explica..

"... uma profundidade cujo fundo os olhos humanos nunca conseguirão abarcar e que por isso mesmo surge ao coração como coisa insondável, que o espanta e o enche do pressentimento do infinito. É a profundidade e infinitude da própria natureza ... do próprio coração humano."
(imagem da net)
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